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Qual a regra quando não há regra?




A experiência vivida por vários profissionais mostra que ainda estamos longe de ter protocolos rígidos a respeito de como cuidar de um filhote de animal selvagem. O mais importante é termos essas informações como ponto de partida e acompanhar cada etapa do crescimento do filhote com muita paciência. Cada experiência individual pode nos mostrar o quanto ainda precisamos aprender.

Nenhum filhote fica sem aconchego. Há uma preocupação em oferecer segurança e conforto para eles e, por este motivo, entender sobre o comportamento em vida livre é o melhor caminho a seguir. Sempre ressaltamos isso aqui...os estudos com animais selvagens iniciam pelos estudos sobre as características e os comportamentos típicos da espécie e nos ensinam muito!

Começando pelos mamíferos, há algumas características importantes que precisam ser consideradas. Há filhotes que permanecem por um longo período agarrado nos pais (p.ex. primatas, tamanduás, preguiças) enquanto outros os pais deixam em moitas (p. ex veados, antas), tocas (p.ex. carnívoros em geral), sempre em locais seguros para evitar os predadores. E é seguindo este princípio que precisamos oferecer a eles o ambiente e o substrato adequado.

Esse aconchego ajuda a manter o filhote aquecido, mas nem sempre será suficiente. Em um post específico, falaremos sobre os parâmetros de temperatura e as técnicas que podemos utilizar!

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